Casa das Conexões

Página Inicial

Quem Somos

Somos uma Loja de Tubos e Conexão, Localizada na Av. Guaxenduba, Nº 1.516 Bairro de Fática São Luís - MA.

Produtos

Fornecemos Tubos e Conexões, Defofo, PBA, Coletor, Registro Ferro Fundido, Ferro Galvanizado, Junta Gibault, Entre Outros.

Clientes

Veja Nossos Clientes

Contato

Entre em contato com nosso suporte por telefone ou e-mail para tirar dúvidas, resolver problemas e dar sugestões

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Vendas de material de construção recuaram 3% em janeiro


Dados é referente ao mesmo mês do ano passado; frente a dezembro as vendas caíram 10%



SÃO PAULO - As vendas no varejo de material de construção registraram queda de 3% em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Na comparação com dezembro do ano passado, as vendas recuaram 10%. Os dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material dde Construção) divulgado nesta terça-feira (5).
Praticamente todos os segmentos avaliados contribuíram para o resultado, exceto revestimentos cerâmicos, argamassas e rejuntos, que começaram o ano com crescimento de 4% e 3% respectivamente, em relação a janeiro de 2012. Na comparação com o último mês de dezembro, tiveram destaque as categorias aço e tubos e conexões de PVC, com desempenhos superiores em 4% e 2%.
O presidente da Anamaco Cláudio Conz, explica que o resultado acompanha a tendência do período. “O mês de janeiro é marcado pelas férias e pelas fortes chuvas de verão, não costumamos ter, portanto, um aquecimento no mercado de reformas. Isso já é tradicional nesta época do ano, mas após o Carnaval, geralmente temos uma retomada forte de obras.”
Segundo a Anamaco, a queda já era esperada (Marcelo Camargo/ABr)
Segundo a Anamaco, a queda já era esperada (Marcelo Camargo/ABr)
Expectativa otimistaPara o próximo mês, os comerciantes estão otimistas. Cerca de 35% esperam aumento no volume de vendas, no confronto com janeiro. Além disse, 53% dos lojistas estão otimistas com relação às ações do Governo nos próximos 12 meses.
De acordo com a entidade, os programas de liberação de crédito ao consumidor para compra de material de construção deverão fazer a diferença no crescimento previsto para o ano de 6,5%. Nos últimos 12 meses as vendas estão 2,5% superiores.
Em relação ao mercado de trabalho, um quinto das lojas do varejo de material de construção devem contratar novos funcionários em fevereiro.

Seminário da Caixa discute construção civil em São Vicente nesta semana



O setor imobiliário discute nesta semana as tendências da construção civil em São Vicente. A intenção é apresentar alternativas para estimular os lançamentos de mais empreendimentos na cidade.

O evento será promovido pela superintendência regional da Caixa Econômica Federal e pela Prefeitura de São Vicente. A parceria realizará o seminário na quarta-feira às 14 horas no Centro de Convenções, em São Vicente. O tema será Cenários para a Construção Civil no município de São Vicente.

No encontro serão exibidas apresentações sobre o Plano Diretor, conjunto de regras para a construção imobiliária. O seminário debaterá ainda o Programa Minha Casa Minha Vida, lançado pelo Governo Lula e mantido pela presidente Dilma Rousseff e que encontra dificuldades para deslanchar na Baixada Santista devido ao solo mais caro. 

O seminário também vai apresentar o convênio com a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, que investe na moradia de baixa renda. 

Os construtores e profissionais do setor também terão acesso a uma pesquisa de mercado exclusiva sobre o setor imobiliário no município. Nos últimos anos, São Vicente não tem acompanhado o vigor do setor imobiliário apresentado por Santos e Praia Grande. O estudo mostrará se essa situação persiste e quais as tendências.

Segundo a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal, o evento contará com a presença do superintendente regional do banco na Baixada Santista, José Paulo Gomes de Amorim, e do prefeito de São Vicente, Luís Cláudio Bili, além de autoridades e representantes do ramo da construção civil na região, como o Sinduscon.

Construtoras, imobiliárias e corretores podem se inscrever gratuitamente pelo e-mailsr2588sp07@caixa.gov.br, enviando nome do representante e da empresa e telefone de contato. A inscrição deve ser feita até o meio-dia de segunda-feira.

O Centro de Convenções fica na Avenida Capitão Luiz Pimenta, 811, Parque Bitaru.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=182797&idDepartamento=9&idCategoria=0

Emprego formal na construção civil cresceu 15% no Pará, diz Dieese


Dado é relativo ao ano de 2012.
O resultado também é o melhor da região Norte.



A construção civil foi a área que mais gerou empregos formais no Pará em 2012, com crescimento de 15,71% e saldo positivo superior a doze mil postos de trabalho. Os dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Diesse).
O resultado também é o melhor da região Norte. O balanço faz parte do projeto Observatório do Trabalho do Pará, parceria da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter) e o Diesse. A previsão é que os números relativos aos empregos formais gerados na construção civil aumente ainda mais.
“Será formado um grupo de trabalho, com representantes da Seter e das secretarias de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) e de Proteção e Desenvolvimento Social, com o objetivo de elevar, cada vez mais, o Pará no ranking de Estados que têm as melhores oportunidades de emprego no Brasil”, diz Celso Sabino, titular da Seter.
Estudo
O estudo, feito com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Cacged), do Ministério do Trabalho, aponta que durante todo o ano de 2012 foram feitas, pela construção civil, 83.914 admissões contra 71.669 desligamentos, gerando um saldo positivo de 12.245 novos empregos. O crescimento só não foi maior que em 2011 por causa da queda de 3,99% na geração de empregos formais no mês de dezembro.
Ainda assim, o Pará fechou o ano como o Estado que teve a maior geração de empregos na região Norte no setor, seguido pelos Estados de Rondônia (1.128 postos de trabalhos), Amazonas (955), Acre (844), Roraima (776), Tocantins (195) e Amapá(183). Em toda a região, foram feitas 183.195 admissões contra 166.869 desligamentos, gerando um saldo positivo de 16.326 postos de trabalhos, crescimento de 8,67% entre janeiro e dezembro de 2012.
Programas profissionalizantes
Em 2012 mais 21,5 mil pessoas foram atendidas e beneficiadas com os programas de qualificação profissional de mestres obras, operação de detoneira e operador de maquinas pesadas, entre outros.
“É necessário oferecer cursos para a construção civil, por ser este o setor que mais emprega no Estado, até porque quando uma indústria vem para o Estado, é necessário qualificar mão de obra para trabalhar na parte de parte fabril, centro de distribuição ou local de funcionamento e distribuição”, diz o secretário.

Sorocaba lidera em empregos na construção civil


Dos 832.625 trabalhadores formais da construção civil no Estado de São Paulo, 90.125 ou 10,8% estão instalados em Sorocaba, a 92 km da capital. Em número de empregos nessa área, a cidade do interior fica atrás apenas da capital que tem 379.122 empregados formais, segundo pesquisa econômica do Sindicato da Construção (SindusCon-SP) com dados de dezembro de 2012, divulgada nesta quinta-feira. A título de comparação, a cidade de Campinas tem menos empregados na construção - 83.650, ou 10,1% de participação no Estado - embora tenha quase o dobro da população de Sorocaba.
A forte expansão imobiliária vivida pela cidade é responsável por manter aquecida a geração de empregos. Neste momento, a cidade tem quatro shopping centers em construção e consolida a instalação de um parque industrial capitaneado pela montadora de automóveis Toyota, já em operação. Pelo menos uma centena de lançamentos imobiliários está em execução ou projeto. Programas habitacionais anunciados pela prefeitura, com participação dos governos estadual e federal, prevêem a construção de 5.836 moradias destinadas a famílias com renda até três salários mínimos. A falta de mão de obra local leva as construtoras a trazer trabalhadores de outros Estados.
O maranhense Evaldo Sene, de 32 anos, veio no ano passado para trabalhar na construção de um prédio. Em janeiro, trouxe a mulher, a filha do casal e um irmão, já com colocação garantida em outra obra. No ano passado, houve aumento de 2,04% de empregos no setor, com a entrada de 15.760 novos trabalhadores. Em percentual, São José do Rio Preto teve um desempenho melhor, com aumento de 4,79% na massa trabalhadora, mas a cidade responde por 3,3% dessa mão de obra no Estado, com 27.993 empregos formais. Em Ribeirão Preto, a pesquisa do SindusCon encontrou 57.270 trabalhadores na construção civil, 2,49% a mais que no ano anterior, correspondendo a 6,9% de participação no Estado.

Projeto recolherá 3,5 mil toneladas de entulhos da construção civil na Baixada Fluminense


Da Agência Brasil
Rio de Janeiro-  Seis prefeitos de municípios da Baixada Fluminense reuniram-se hoje (22) com o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, para discutir o Projeto Entulho Limpo, que prevê a coleta e reaproveitamento do entulho recolhido da construção civil da região. A iniciativa da secretaria é pioneira no estado e deverá recolher 3,5 mil toneladas de resíduos sólidos a partir de agosto. Serão 107 pontos de coleta e seis áreas de triagem e transporte de entulhos para locais adequados de tratamento, disse o secretário.
“É grande a quantidade de entulho, acumulado às margens dos rios, das lagoas e ruas, na Baixada Fluminense, o que prejudica e anula os efeitos da nossa obra. Então, para fazer as obras e gerar resultados, convocamos os prefeitos, organizamos um consórcio e conseguimos um recurso para inicialmente organizarmos os 107 pontos de coletas de resíduos sólidos. Uma vez concretizado, o projeto se expandirá para demais regiões do estado, com a finalidade de vender os insumos para as empresas de construção civil em geral. Pretende-se completar os 200 ecopontos e fazer algumas usinas de moagem de entulho" explicou Minc. A primeira etapa coube a São João de Meriti, na Baixada Fluminense, com a instalação de uma usina de moagem de entulho.
O investimento é R$ 28 milhões e será dividido entre os aos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu e São João de Meriti, todos na Baixada Fluminense. Durante o encontro, foi discutida a área de transporte para destinação do entulho e  montagem final, que vai funcionar em abril.
Edição: Fábio Massalli
Fonte: Agência Brasil